No canto da torcida do Flamengo antes dos jogos, ele ainda é o melhor do Brasil. Mas os questionamentos sobre os gols sofridos intensificam-se rodada a rodada. Entre a idolatria e as críticas, Bruno se esquiva do rótulo de vilão.
A gangorra na temporada de 2008 não o incomoda. Quando iniciou o ano, traçou como meta chegar à seleção brasileira e conquistar um título importante pelo Rubro-Negro. Ainda não conseguiu e convive com os questionamentos sobre falhas recentes. A mais recente delas no gol do Sport, no último sábado.
- Ajudei muito mais do que atrapalhei. Só considero que falhei contra o Internacional. Aquela sim foi uma falha, e bisonha. As outras, não.
Bruno tem apoio irrestrito da comissão técnica. O preparador de goleiros Roberto Barbosa também acha exagerada a perseguição ao camisa 1. Ele diz que o pupilo está na trajetória certa.
- Ele caminha para se tornar o maior goleiro da História do Flamengo. É jovem (24 anos) e tem muitas qualidades – declara.
Justamente por essa responsabilidade que carrega, o goleiro não se aborrece com as críticas.
- Só cobram de quem pode dar mais. E se querem que eu melhore, vou melhorar – garante Bruno.
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