Michel Assef, advogado e presidente do conselho de administração do Fla, diz que jogador estava em casa no momento do ocorrido, na última quarta
A notícia que o meia Marcinho teria se envolvido em um acidente de carro na última quarta-feira, na Rocinha, Zona Sul do Rio, foi desmentida no vestiário do Flamengo logo após o fim do jogo contra o Náutico, pela nona rodada do Campeonato Brasileiro. O presidente do conselho de administração e advogado do clube, Michel Assef, afirmou que o meia rubro-negro emprestou o seu carro para um amigo, que teria sofrido o problema na saída de um pagode.
A informação do acidente foi divulgada na coluna de Ancelmo Góis, no ‘O Globo’ deste sábado.
- A notícia não fala do Marcinho e nem poderia falar porque não era ele que estava dirigindo. O carro era dele, mas o veículo estava emprestado a um amigo dele. Pela informação que eu recebi, não tem mortes. O Marcinho estava em casa e soube do acidente pelos jornais. O Marcinho não quis revelar o nome do amigo – explica Michel Assef.
Na coluna de Ancelmo Gois, foi noticiado “que um jogador do Flamengo”, sem citar nomes, teria se envolvido em um acidente na saída de um pagode na Rocinha, na localidade conhecida como Cachopa. De acordo com a informação, o carro do jogador atropelou um motoqueiro e o seu garupa. Os dois foram levados para o hospital Miguel Couto, na Lagoa, Zona Sul do Rio de Janeiro. O caso foi registrado na 15ª Delegacia de Polícia (Gávea). Segundo Michel Assef, Marcinho não pode ser responsabilizado pelo acidente, mesmo tendo o seu carro, uma BMW preta, envolvido no episódio.
- O crime não se transfere. Só é responsável pelo delito quem o comete. Se a pessoa que dirige está habilitada, o Marcinho não responde nem por danos a terceiros – explica o advogado.
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